Avandia – Mais um Veneno que Rendeu Bilhões de Dólares

Mais uma vez um veneno terrível foi receitado a milhões de doentes como uma panacéia, um remédio – segundo médicos e farmacêuticos – que deveria diminuir com segurança e vantagem os sintomas da diabetes e até salvar vidas. A ANVISA, a agência brasileira que regula produtos para uso supostamente seguro, autorizou sua comercialização e errou mais uma vez.

Como sempre ocorre, infelizmente, os supostos remédios, originados de uma falsa ciência chamada farmacodinâmica, aleijam, inutilizam e matam milhões de seres humanos não antes de renderem bilhões de dólares as indústrias, as farmácias, aos médicos e ainda aos governos que auferem polpudas somas em impostos.

Nesse mesmo instante, milhares de outras substâncias com potenciais de intoxicar e matar continuam sendo receitados, vendidos e introduzidos nos organismos de pessoas que confiam cegamente nessa suposta ciência. Todos os anos milhares de drogas são retiradas das prateleiras e outras surgem para substituí-las sempre com a promessa de que os efeitos danosos das antigas não estarão presentes nas novas. Mas, inexoravelmente, muitas vidas e a integridade de milhões serão destruídas pelas novas maravilhosas e seguras drogas, segundo a ciência oficial.

Não há esperança nessa ciência apoiada em falsos princípios. Não podemos introduzir em nosso organismo nada além alimentos, água, ar, luz e calor, para falar dos mais óbvios, sem provocar a própria destruição. Todos os assim chamados remédios são venenos violentos e aqueles que os produzem e os receitam são virtuais criminosos. A saúde não foi, não é e jamais será função desse produtos estranhos a nossa fisiologia.

Não há cura através desses produtos que são receitados como soluções para suas dores, suas limitações e seus males. Nada pode curar porque a cura é uma prerrogativa exclusiva do organismo vivo, da vida que o habita. Somente podemos proporcionar as condições para que isso ocorra, mas não podemos “ajudar” ou obrigar nosso organismo a funcionar sob as estocadas das drogas químicas sem causar mais mal do que bem.

O Avandia é somente um entre milhares de outros venenos, chamados prosaicamente de remédios, que serão identificados muito tarde, após destruir a saúde e a vida de milhões e de enriquecer aqueles que se abrigam sob as asas desse grande negócio confundido com ciência da saúde, mas que é mais uma ciência da morte.

A aplicação universal do laisser faire com inteligência

 

(Extraído e traduzido de Dr. Shelton’s Hygienic Review)   

“A vida não pode negar a si mesma.”

Este fato é tão evidente que o mais completo tolo na cristandade deve imediatamente percebê-lo.

Entretanto nosso edifício social está construído sobre o absurdo da total depravação do homem.

O homem é visto como pecador por natureza. Ele deve ser treinado, disciplinado, restrito, sofrer coerção, espancado, subvertido e adulado por todas as maneiras e meios para forçá-lo a comportar-se de maneira que se torne um homem.
O princípio na moral e na educação de “deixar a vontade”, ou “não fazer nada” é tão detestado pelo o homem e mulher medianos como é para o Heteropata (um jogo de palavras do autor significando alopatia, que está sempre interferindo ) na  medicina.

Os seres humanos, sendo depravados por natureza, não podem ser deixados crescer e desenvolver-se normalmente. As atividades humanas devem ser “guiadas”, “dirigidas” e “suprimidas”.

Os materialistas que teoricamente rejeitam a doutrina da total depravação, acreditam na brutalidade inata no homem, que chega na mesma coisa (a doutrina da depravação). O autor de Why We Behave Like Human Beings conclui que nós agimos como humanos porque descendemos de macacos.

Todo mal no mundo hoje é o resultado desta mesma atitude e as práticas que derivam dela

Como resultado dessa doutrina anti-natural nós estamos sofrendo de:
1. Um sistema ético e moral, falso.
2. Um sistema falso de treino, equivocadamente chamado de educação.
3. Um falso sistema de governo.
4. Um falso sistema de higiene.
5. Um falso sistema de medicina.

Os mesmos sistemas, regulações e métodos que nós estabelecemos para evitar o vício, crime, doença e o mal em geral são as grandes causas desses males.

As crianças não são naturalmente ladrões – mesmo que sejam naturalmente comunistas. Precocemente eles não têm mais do que uma pequena concepção de propriedade privada. Se deixados sem tutela para se desenvolver natural e normalmente essas crianças jamais desenvolveriam a concepção de propriedade privada que conduz ao domínio privado da terra.

Elas somente reconheceriam o direito a propriedade privada nas necessidades pessoais ou em produtos pessoais.

As crianças não são mentirosos naturais. Elas tem sido acusadas de ser mentirosas por natureza. Isso é uma blasfêmia contra a infância e contra o Criador

Elas frequentemente parecem mentir por causa de algum defeito de conceito ou por causa de algum ponto falho na memória ou um espaço vazio na consciência, ou porque os produtos de suas vívidas imaginações parecerem reais para elas.

Quando elas crescem e desenvolvem-se naturalmente, esses elementos da mentalidade ainda incompleta são preenchidos e as aparentes mentiras desaparecem.

Devido a nossa falta de fé na vida, em geral, e na natureza humana, em particular, as crianças devem de ser “conduzidas” a “fazer o bem.”

A criança em desenvolvimento é desviada em outra direção daquela que seu próprio caráter e instintos a conduziriam.

Elas tem de ser formadas e moldadas em um  exemplo perfeito, em um modelo de série – uma cópia do padrão comum

Há um velho adágio aplicado para o treino de crianças que diz: “Quando o broto é curvado a árvore crescerá torta.”

“Torta” é uma palavra apropriada

Cada criança que é resultado de nosso moderno sistema é curvada – entortada em caráter, em mente, em corpo.

Frequentemente ela é tão envergada que ela quebra. Ela é então uma inválida ou uma criminosa – é tudo a mesma coisa. Um criminoso é um invalido moral.

Crianças, se deixadas a vontade e não forçadas e disciplinadas por autoridade externa, aprendem auto-controle
A vida ensina a elas as virtudes e as graças da vida.
O contato com outros e as reações naturais inevitáveis de seus próprios atos ensinam respeito para com os direitos dos outros.

Esse ensinamento não enche suas cabeças com sugestões do mal. Não as leva a se rebelarem contra o controle autocrático externo e a tornarem-se más.

Ellen Kev escreveu com propriedade: “os caminhos de injuriar são infinitos, enquanto que os caminhos de ser úteis a elas são poucos.”

Todas as funções necessárias de governo são exercidas pelo próprio povo sem a ajuda de cortes, prisões, polícia, etc., onde as pessoas estão por si mesmas.

E onde essas condições se estabelecem, vício e crime são praticamente inexistentes. Se deixado à natureza, o homem não pode ser outra coisa que bom.

 
 O homem trouxe todos os seus males sobre si mesmo por sua vã tentativa de sobrepujar a natureza. O princípio de deixar acontecer deve estender-se a todos os departamentos da vida e da sociedade.

 A tendência da vida é ascendente.
Porque ela tender em qualquer outra direção quebraria a lei da natureza
A vida não pode violar as leis do ser.
Tolher, torcer e perverter a vida humana não é o resultado de operações normais da vida sob condições normais, mas o resultado de forças e influências que ocultam, impedem e obstaculizam suas expressões normais.
Mentes pervertidas, instintos e moral não são o resultado de desenvolvimento normal. Desenvolvimento normal não pode produzir criminosos.

Mas nós não temos fé no desenvolvimento normal – nos falta fé na vida

Tememos que se a vida não é forçada, “guiada” e “dirigida” por autoridade externa ela irá embora sobre uma direção diferente e jamais retornará para o seu curso normal. Não obstante, a vida tangencial (fora do rumo) é sempre o resultado dessas forças estrangeiras.

Pais, professores, pregadores, advogados, políticos, instituições sociais e econômicas e todos os outros pretendidos melhoramentos sobre a natureza são os responsáveis pela destruição da vida humana.

O homem, e não um diabo imaginário, é o arqui-inimigo do homem.

O crime, o mal e a doença – esses serão facilmente erradicados e frustrados tão logo as suas causas sejam reconhecidas e corrigidas.

Quando a educação não é planejada como treinamento – quando a educação é concebida como VIDA – então o homem levará a criança civilizada a crescer e a constituir-se de forma normal sob condições naturais.
Então, a criança atingirá a maturidade, mulheres e homens verdadeiros como Deus e a Natureza planejou que eles deveriam ser.

Homens inteligentes consideram que a civilização está destruindo o homem. Os cientistas falam do “Declínio e Queda do Homem.”

Eles tentam ser otimistas; mas o estudante cuidadoso logo percebe que as soluções propostas não são radicais. Elas são abortivas.

Os cientistas continuam Alopáticos na prática.  (a alopatia, que é a filosofia oficial da medicina moderna, não se interessa pela causa real das enfermidades. A alopatia procura suprimir os sintomas – que são ações fisiológicas de auto-cura – com drogas que impedem essas mesmas ações recuperadoras. Por exemplo: quando uma pessoa tem tosse há um motivo para esse sintoma, que são secreções impuras que devem ser eliminadas. Quando a tosse as elimina completamente a tosse cessa. Suprimir a tosse ou qualquer outra manifestação, chamada pela medicina “doença” é interferir erroneamente sobre as funções naturais).

A civilização pode ser feita segura.

O homem pode ser liberto dessa influência maligna.

Isso exigirá  a combinação de inteligência somada à nossa estrutura moral e social.

A inteligência terá de entrar em nosso sistema educacional – mais, ainda, a inteligência terá de suplantar o sistema atual.

A medicina, em todas as suas formas inumeráveis e diabólicas terá de dar lugar a inteligência e a higiene, baseada nas Leis da Natureza mais do que sobre as falácias da bacteriologia.

Os políticos devem ser substituídos por uma inteligente arte de governar.

Vender, o sistema de lucro e interesse e a condicionada motivação de lucro que mantém isso vivo terá de acabar antes do ressurgimento do instinto primitivo cooperativo e de suas expressões normais.

Ganhar vantagens sociais e econômicas sobre nossos irmãos e usar essas vantagens para explorar esses mesmos irmãos é agora o maior ideal social implantado na mente humana em desenvolvimento.
Serviço e cooperação devem suplantar a exploração e as instituições predatórias

A Irmandade deve vencer o Egoismo.

O desenvolvimento da personalidade e a individualidade deve suplantar os métodos atuais de fazer mentes em cópias de carbono estandartizadas.

A religião deve cessar de ser o artesão da exploração e ensinar a verdade.

A ciência, também, deve abandonar o seu chefe supremo – as forças do mal e da exploração e ensinar a verdade.

A saúde da mente e do corpo deve ser um ideal constante a qual todos devem buscar.

A bondade flui da saúde mental, da saúde física e da inteireza tão naturalmente como a água corre montanha abaixo.

Todas essas coisas virão tão rapidamente quanto o homem aprender COMO VIVER.

O Mito da Cura – As Doenças Sempre Voltam

A doença freqüenta a humanidade com a naturalidade e obedecendo ciclos semelhantes ao vai e vem da nossa respiração.

Adoecer é considerado “natural” e esperado como um acontecimento inexorável, compartilhado por todos. Estaríamos, então, condenados a sofrer enfermidades até aquela derradeira enfermidade, através da qual nossa vida será extinta? A visão oficial, hoje compartilhada pelos leigos, é que, a não ser pelo socorro dos eleitos de jaleco branco com seu arsenal de drogas e vacinas, estaríamos sujeitos a ser aniquilados aos milhões.

Devemos, então, nos submeter aos seus tratamentos sem questionar?

Desde o advento da assim chamada medicina científica as suas curas têm se sucedido às milhares, sempre com a última versão de tratamento sendo declarada superior a anterior, com a justificativa repetida de que isso significaria que a ciência médica evolui. A idéia que as drogas e os tratamentos modernos seriam superiores aos do passado é colocada sob a perspectiva de que temos mais chance hoje do que os nossos ancestrais e que as mortes e os erros do passado em tratamentos inadequados são justificados pelas conquistas atuais, e assim será no futuro: nossos descendentes nos julgarão como ignorantes e bárbaros e horrorizados pelo que passamos. Eles respirarão aliviados e agradecidos pelas conquistas da sua ciência evoluída.

Por outro lado, apesar dessa crença da comunidade científica na medicina, também compartilhada pela população, os sucessos do passado são vistos por nós hoje como fracassos, ignorância e barbárie. Os tratamentos aceitos naquele momento não passavam de mentiras científicas bem contadas pelos médicos aos doentes desesperados.

Os médicos, como os sacerdotes de uma religião dogmática, apresentam, via de regra, suas curas como verdades incontestáveis. Eles mesmos, entretanto, correm o risco de serem banidos e processados caso não adotem o protocolo atualizado imposto pela comunidade científica. Isso os obriga a terem uma conduta padrão diante dos sintomas e exames que interpretam. Quando atuam assim, supostamente de forma científica, estão prometendo curas e garantindo que o que impõe aos corpos de seus pacientes é a única e a melhor maneira de curá-los, o que não é nem um pouco verdadeiro. Tanto é assim, que logo mais uma nova cura virá, uma nova droga substituirá aquela que a pouco era apresentada como a única opção daquele momento. As assim chamadas doenças, supostamente vencidas pela ciência, teimam em voltar e aterrorizar.

Uma solução engenhosa dos cientistas é dar novos nomes a antigas enfermidades (sintomas), declaradas resolvidas. A demência senil hoje é chamada prosaicamente de Alzheimer; a cirrose, de Hepatite C e assim fazem com centenas de outras. Outra mistificação com intenção semelhante é abranger na mesma definição sintomas que antes eram classificados como outras doenças. Por exemplo, antigamente câncer era raro porque a definição era muito mais estrita. Recentemente, certas alterações celulares, antes na categoria de benignas, foram reclassificadas de malignas. Assim, houve um aumento artificial de milhões de casos novos de câncer e, consequentemente, de tratamentos e dividendos. Também, é de se esperar que esses novos tratamentos curem mais câncer simplesmente porque seu diagnóstico somou muitos casos de tumores benignos como se fossem malignos. É somente por esse motivo que se alardeia a cura de 50 a 60% dos casos de câncer como uma conquista moderna.

Recentemente, na assim chamada gripe suína, a OMS proibiu os exames para identificar a presença do vírus. O reagente que detectaria o vírus jamais foi validado. O que torna, evidentemente, o teste inválido. Além disso, ao esquivar-se de aplicar o teste em milhares de casos, ou, até milhões de casos pelo mundo, e confiar tão somente em diagnósticos clínicos não é seguro. É muito provável que a grande maioria dos casos de gripe diagnosticados como gripe suína (pelo vírus AH1N1) simplesmente não passavam da velha e conhecida gripe sazonal.

Assim ocorre com outras doenças em que o diagnóstico é clínico e nenhum exame confiável acompanha. As estatísticas que determinam as medidas preventivas e curativas são, portanto, falsas. Daí, as decisões de vacinar mundialmente, como no caso da gripe suína, como se sua ocorrência fosse uma “pandemia”, são artificiais e colocam a população em risco submetendo-a a práticas inseguras e intempestivas. É de se esperar que, posteriormente, quando se apliquem os testes, que foram abandonados maliciosamente pela OMS, para verificar a eficiência da vacina (essa também, fora dos protocolos de segurança), se encontre que houve uma importante diminuição dos casos de gripe suína e que, portanto, ela deva ser tornada anual para “prevenir” essa suposta terrível doença. A suposta diminuição é falsa e menos ainda tem qualquer relação com a vacina, mas os espíritos já foram preparados para imaginar que a vacina os salvou de risco de morte.

Vivemos na Idade das Trevas quando se trata de nosso entendimento da saúde e da doença e somos eficientemente iludidos por aqueles que tem interesses de controle e enriquecimento com a permissão da nossa ignorância e temor infantil.

As causas Ocultas de Suas Doenças

O cerco as liberdades que deveriam ser garantidas na nossa constituição e na carta universal dos direitos do homem, avança inexorável na saúde, deixando-nos enfermos.

 A título de “defender e promover a saúde”, de um povo já tornado fraco e incapaz mental e fisicamente para pensar e reagir a injustiças, instituições públicas em nosso país, supostamente dedicadas a promoção da saúde, à semelhança da FDA americana, estabelecem leis e regras as nossas costas, ditatorialmente, que ao invés de promover saúde, levam a sua destruição. Alguns exemplos concretos dessa triste condição:

  1. Você sabia que você é obrigado a consumir leite e seus derivados no qual quase todos os nutrientes foram destruídos por um processo inútil e desvitalizante chamado pasteurização?  
  2. Que a água que você é obrigado a beber e a utilizar na higiene pessoal é um caldo venenoso “tratado” com venenos mortais como o cloro e o flúor? O cloro é a base do “gás mostarda” empregado na 1ª guerra mundial para matar e o flúor é um veneno terrível para eliminar ratos e insetos e que não tem nenhuma vantagem para a saúde.
  3. Que o sal de cozinha que você utiliza está contaminado com doses de iodo metálico muito acima dos níveis recomendados pela OMS e que esses níveis levam a destruição inexorável da tireóide de milhões de brasileiros todos os anos? Estamos sob uma epidemia de tiroidite e nada foi feito para parar esse crime e reparar os danos morais e físicos dos prejudicados.
  4. O ar das cidades brasileiras está altamente contaminado e provoca doenças e a morte de milhões de pessoas todos os anos. Poluir o ar é um dos maiores crimes contra a saúde pública. Não somos informados dos riscos que corremos e não nos reparam dos prejuízos que sofremos ao morar em cidades onde pagamos impostos altíssimos e somos intoxicados todos os dias com um ar imundo.
  5. Os alimentos que nos são oferecidos e a altos preços, forçados por impostos cobrados de produtores e distribuidores, chegam a nossa mesa com índices absurdos de contaminação por pesticidas. Pelo menos 10 pesticidas banidos em todo o mundo ainda são comercializados aqui. Câncer, demência e outras graves doenças auto imunes são a conseqüência de nos imporem alimentos contaminados.
  6.  Vacinas contendo produtos tóxicos e venenos são aplicadas e forçadas sobre a população com mentiras de que seriam produtos seguros. Sua utilização está apoiada em falsas afirmações de que imunizariam e que não seriam prejudiciais a saúde. Na verdade não há nenhuma prova científica conclusiva de que imunizam contra vírus e bactérias e há provas conclusivas que são extremamente tóxicos e que levam a doenças graves irreversíveis, principalmente em crianças (destruição do sistema nervoso pelo mercúrio, alumínio e outros produtos tóxicos).
  7. Através de uma política supersticiosa em saúde o Estado brasileiro intoxica, adoece e vicia os brasileiros com drogas químicas – as quais chamam prosaicamente de “remédios” – que não curam nada, mas que comprovadamente são causa direta de muitas doenças que o povo sofre. Temos mais doenças iatrogênicas (provocadas por remédios) do que distúrbios de saúde causados por maus hábitos de vida. Os impostos que os governos recebem promiscuamente da indústria farmacêutica são a permissão para envenenar as pessoas com o aval de uma classe que se intitula “doutores em medicina”. Eles são, na verdade, drogadores e são os verdadeiros traficantes oficiais, viciando o povo em drogas prescritas e ilegais, igualmente. Desde muito cedo, por causa de nossa ignorância, nossas crianças são submetidas a esses curandeiros.
  8. A educação sanitária brasileira está baseada em falsos princípios e é absolutamente ditatorial. Normas de saúde incorretas e supersticiosas são ensinadas ao povo e forçadas através de ameaças e terror.
  9. A permissão pelo governo de comercialização de alimentos impróprios é uma das principais causas de doenças. A grande maioria dos produtos encontrados nas prateleiras dos mercados é prejudicial à saúde e viciante. As pessoas não se alimentam, elas se drogam com supostos alimentos confeccionados com produtos desequilibrados e inadequados, com aditivos químicos e conservantes prejudiciais. O objetivo é o lucro dos produtores e do Estado, sem a preocupação de nutrir realmente o povo.

Somente a Natureza Cura: O Nutrientes Desconhecidos das Ervas

“Que o Alimento seja o teu Remédio e que o Remédio seja o teu Alimento”

Há mais de 2.500 anos Hipócrates declarou essa profunda verdade sobre a saúde. Adotado como pai da medicina, a verdadeira medicina, não deixou dúvidas sobre os remédios. A sua declaração é absolutamente atual e justa.

Quando ele ordena “que o alimento seja o teu remédio” está revelando que alimentar-se corretamente, curará o doente. E, ao completar, “que o remédio seja o teu alimento”, reafirma que não há outro remédio a não ser o próprio alimento.

As lições de Hipócrates foram e continuam sendo traídas pelos seus supostos seguidores atuais. Eles sempre negaram o papel curador de uma alimentação correta e mais, criaram remédios químicos tóxicos nos quais está apoiada exclusivamente toda a sua ação curativa. Este é um ultraje e traição ao mestre. Os atuais homens vestidos de branco sempre negaram a ação dos alimentos como principal e fundamental remédio. Hipócrates, por outro lado, negou, categoricamente, que qualquer outra coisa, exceto os alimentos, possam curar – em oposição radical a farmacodinâmica moderna.

Que todos os remédios químicos são tóxicos e venenos reais é um fato cientificamente inegável. Mas, não é menos verdade que quando produtos naturais são utilizados com o objetivo e na forma de medicamentos, podem igualmente intoxicar. Aplicar produtos naturais querendo perverter sua função alimentar como se fossem drogas químicas é transformar suas virtudes em vícios.

A natureza nos prodigaliza com tudo o que precisamos para manter e recuperar a saúde. Aqueles produtos naturais conhecidos como “ervas medicinais” na verdade são simples alimentos para funções especiais que são supersticiosamente e incorretamente empregados como se fossem os remédios químicos. Tudo o que não puder ser transformado em tecido vivo é, por definição, um veneno. As ervas são, dentro de certas condições, alimentos especiais, funcionais. O seu uso correto deve ser como alimento e, jamais, como uma droga.

O Brasil dispõe de uma variedade fantástica de ervas que são úteis e necessárias para contribuir para a saúde em geral. Suas propriedades alimentares específicas são fundamentais para que o organismo possa manter e recuperar a saúde perdida. Tentar usá-los como remédios é um erro primário e, sempre injurioso para a vida.

Há uma antiga ciência alimentar dessas ervas que foi recuperada e que potencializa fantasticamente os poderes naturais de cura dos alimentos conhecidos. Ao acrescentar ervas à alimentação diária, as disfunções e sintomas da má saúde são naturalmente resolvidos. Esse é o real significado superior da funcionalidade dos alimentos.

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