“O flúor nas cinzas (do vulcão da Islândia) produzem ácido no estômago dos animais, corroendo seus intestinos e causando hemorragias. O flúor também se liga com o cálcio no sangue e, após intensa exposição, enfraquecem os ossos e ainda causam a destruição dos dentes”. BBC NEWS em 10 de Abril de 2010
Para se ter idéia de como verdades científicas podem mudar, segundo certos interesses, ainda que isso envolva o risco de destruir a saúde e, eventualmente, a vida de bilhões de seres humanos, recordemos alguns fatos registrados na história da ciência.
Antes de 1945, quando o uso de flúor não fora introduzido nas águas servidas à população mundial, ainda era possível encontrar declarações oficiais como essas:
Em 1936 o Journal of the American Dental Association afirmava que “o flúor em uma concentração de 1ppm (uma parte por milhão) de concentração é tão tóxico quanto arsênico e chumbo”.
Crystopher Bryson jornalista premiado e produtor da BBC revelou o abuso de poder por cientistas militares, da indústria e especialistas da saúde pública em seu livro, The Fluoride Deception. Seu conteúdo descreve os interesses cruzados que existiam em 1940 e 1950 entre a indústria do alumínio, o programa de armas nucleares dos USA e a indústria farmacêutica de produtos para os dentes que terminou por declarar que o flúor não era apenas seguro, mas “benéfico para a saúde humana”.
O flúor que você ingere com a água “potável” que lhe é servida não é o que você pensa: é um resíduo carcinogênico da indústria do alumínio, entre outros horrores. A forma natural do flúor encontrado na natureza e em seus dentes e ossos é chamado apatita (cálcio flúor-cloro-hidroxil fosfato). E, o que não devemos esquecer de enfatizar, é que esse produto natural é um complexo orgânico (fazendo parte de um todo vivo), muito diferente de sua forma inorgânica (retirado do solo), que é sempre, mais ou menos tóxica.
Dentro de sua boca, existe um equilíbrio natural entre hidroxila-Apatita (fosfato de cálcio) alternando a dissolução e formação de seu esmalte dental a partir de substâncias que ocorrem naturalmente em sua saliva e sangue. Quando você perde mais fosfato de cálcio do que adquire, você acaba numa condição de demineralização chamada cárie.
No entanto, isso nada tem a ver com flúor ou fluorização. Quando o “fluoreto” é adicionado à sua água potável, não é o mineral natural. Em vez disso, o flúor em questão é outro químico de fluoreto composto – produto de resíduos tóxicos provenientes de instalações de adubo de fosfato.
Há três componentes básicos mais utilizados na fluoretação da água:
- Fluoreto de sódio
- Silica-fluoreto de sódio, e
- Ácido hidro-silico-fluoreto
Esse último é o mais utilizado. Todos eles, entretanto, são resíduos químicos do alumínio, aço, cimento, fosfato e a manufatura de armas nucleares. Esse flúor é produzido pelo homem, e nessa forma, o flúor não tem valor nutritivo ou vantagens para a saúde. Os testes necessários para determinar os malefícios do flúor inorgânico acrescentado às águas e outros produtos de higiene jamais foram devidamente avaliados.
Todos os experimentos feitos para comprovar os efeitos de prevenir cáries através da fluoretação de águas demonstrou que, ao contrário de prevenir, o flúor é responsável por uma significativa piora dos problemas dentários. O Journal of Pediatric Dentristy publicou um estudo em 2001 onde crianças que bebem água contendo altos níveis de flúor natural (3ppm) têm mais problemas com seus dentes do que outras crianças que ingerem água com menores concentrações (entre 0,19 e 0,48 ppm). Os adolescentes americanos saturados com flúor têm duas vezes mais cáries do que as crianças sul africanas que ingerem índices de flúor muito baixos!
Há muitos efeitos prejudiciais do flúor inorgânico para a saúde. O flúor ataca o coração, os rins, o sistema gastrintestinal, os ossos e cartilagens, os dentes e os nervos. Os efeitos tóxicos sistêmicos afetam o fígado, os rins e o coração e levam a hipocalcemia e assim a osteosporose e até a morte. Observou-se crescimento de tumores relacionados a exposição ao flúor. O flúor é um veneno cumulativo, de difícil eliminação.
Ao introduzir o flúor na água e nas pastas de dente tornou-se esse veneno invisível e assim, o seu processo de acumulação inexorável até níveis extremamente tóxicos é imperceptível até ser tarde demais. Os índios americanos jamais tiveram cáries antes do contato com os brancos e jamais ingeriram flúor como se faz hoje. Eles mantinham seus 32 dentes impecáveis com um esmalte dentário que sobrevivia a morte por centenas de anos como comprovam o exame de seus crânios.
A acumulação de flúor em seu organismo provoca:
- Hipertividade ou letargia;
- Artrite;
- Fluorose (escurecimento dos dentes ou manchas)
- Diminuição da função da tiróide (hipo tiróide) O iodo no sal de cozinha acelera a tiróide…
- Rebaixamento do QI (inteligência) e demência
- Destruição do sistema imunológico
Observou-se também que a fluorose causa danos genéticos e morte cellular, inativando a função de 62 enzimas em seu corpo, e é um acelerador do processo geral de envelhecimento.
A superexposição ao flúor é hoje um fato. No início da fluoretação das águas considerava-se um nível ótimo para a prevenção de cáries de 1mg por dia para um adulto. Mesmo assim, pelo menos 10% da população desenvolveu fluorose (por causa de seu efeito cumulativo em pessoas com problemas de eliminação – rins fragilizados). Hoje há muitas outras fontes dessa substância tóxica: pastas de dente, produtos para enxaguar a boca, todas as bebidas e alimentos processadas com água fluoretada, pesticidas, remédios, especialmente antidepressivos e alguns antibióticos, alimentos de soja para bebês, chás instantâneos.
Em populações que não recebem água tratada com flúor ainda assim estão sujeitos por outras fontes a receberem 120% mais flúor que o recomendado pela OMS; nos outros casos o excesso chega facilmente a 600%, muito mais do que seria recomendado. Do que se conclui que estamos todos sendo envenenados com flúor e, todos sentiremos seus efeitos mortais, na medida em que continuamos expostos a água e outros produtos contaminados com flúor.
Dr; Travi, obrigado por mais esse texto esclarecedor. Sempre que lemos sobre esse assunto, invariavelmente, conta-se a história de que os nazistas utilizavam flúor como um instrumento de controle populacional. È do seu conhecimento algo a respeito? Por fim, se o uso do flúor é tão maléfico à saúde, por que as instituições oficiais de saúde no mundo todo incentivam o uso de modo sistêmico?